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A COMUNICAÇÃO QUE COMUNICA AÇÃO
Josefa Franciolli - Artigo 1.
“ Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine”
1ª Coríntios 13:1
Quem acredita ter algo a oferecer deve dar o primeiro passo, que é aprender tudo sobre o alvo de sua comunicação. Comunicação nada mais é do que comunicar uma ação, ou fazer com que nosso interlocutor responda a um estímulo com uma palavra ou uma ação qualquer. Porem, obter essa resposta do outro pode não ser tão simples assim. É preciso desenvolver a percepção, capacidade de interpretar corretamente o outro, o que não se faz sem envolvimento e dedicação.
Para você entender a profundidade do que estou dizendo aqui, e de como a comunicação depende de você como receptor, lanço uma pergunta: Existiria som na queda de uma folha na floresta se nenhum ser vivo estivesse ali para ouvir? Ou seria ela verde ou marrom, se nenhum olho existisse para perceber sua cor? Os estímulos que acontecem ao nosso redor não passam de estímulos. Os efeitos reais dos sons, cores ou significados dependem de como os recebemos, interpretamos e reagimos a eles como um todo.
Pense em emissor como tudo aquilo que gera alguma mensagem, e esta, como o conteúdo mais importante do processo. Essa mesma mensagem precisa de um meio para circular ou ser transportada por ele até seu destino, que chamamos de receptor.
Comunicação é uma ação progressiva de pro-atividade que vai corrigindo o conteúdo, formato e percurso de sua mensagem a cada tacada permitindo que a próxima seja melhor que a primeira.
Na comunicação, tão importante quanto a ação de dar é a de saber receber e entender o que se recebe. De nada adianta ter toda uma estrutura de comunicação que não inclua uma estrutura de captação de feedback. A capacidade de ouvir é condição mais que necessária para uma perfeita comunicação, além de útil para se mensurar a eficácia de suas ações e otimizar recursos. É você quem cria as condições para uma boa comunicação ao definir o quanto quer se envolver para também ser envolvido. São seres humanos que se comunicam, e, por isso, nessa área nem tudo é aprendido nas escolas. Criatividade, imaginação e intuição são habilidades naturais que fazem parte do processo.
Ninguém inicia um processo bem sucedido de comunicação sem antes estabelecer propósitos.É a pessoa que quer comunicar algo que deve aprender a língua do outro, não o contrário. Neste momento você é o emissor que busca aprender com seu receptor qual é o código e os meios mais convenientes e confortáveis a este.
Algumas idéias para você se comunicar melhor:
▪Desenvolvas sua percepção tomando a iniciativa de aprender com seu interlocutor.▪Elimine todos os filtros e preconceitos que possam interferir na recepção dos estímulos que vêm do exterior.▪Conscientize-se de que tudo se comunica: suas roupas, seus gestos, suas atitudes, a tonalidade de sua voz, até mesmo, o seu silencio.
▪Elimine toda forma de orgulho social ou altivez acadêmica se quiser ampliar seus horizontes para se comunicar bem com todos.
▪Dedique seu tempo a ouvir com atenção o que o outro tem a dizer, ainda que seu vocabulário se limite a uma palavra.
Bibliografia: Persona, Mário- Autor, palestrante, consultor e professor de estratégias de comunicação e marketing.
Categoria: Gestão do conhecimento
Escrito por Grupo4 MBA RC às 13h14
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A Gestão do Conhecimento-O que há de mais humano na gestão
Josefa A Franciolli - Artigo 2.
A falta de ampla compreensão da GC e a adoção de práticas essencialmente focadas na informação atrasam sua “decolagem” no meio empresarial. Infelizmente, muitos não se deram conta ainda que pelo fato do conhecimento ser essencialmente humano, não é possível alcançar a GC sem se molhar e mergulhar no oceano da humanidade. É muito comum percebemos colaboradores atuando em posições que nada tem a ver com suas aspirações, potencial e força de trabalho. A pessoa certa no local certo é, portanto, fruto da mais pura GC. Pessoas atuando em local indevido ou incompatível com o saber, talento e aspirações, além de resultar em prejuízos, caracterizam uma situação de desperdícios quando diante da existência de postos mais apropriados aos interesses corporativos e ao desenvolvimento e desempenho delas. Hoje em dia muitos dos processos sucessórios são traumáticos, não porque as empresas não têm sucessores à altura dos talentos a serem substituídos, mas, principalmente, por que elas não os conhecem. Os talentos raramente são descobertos e treinados com a devida antecedência. Além do desperdício das potencialidades internas, as contratações externas podem gerar desmotivação em talentos potencialmente capazes para ocupar as vagas em aberto, contrariando a própria GC.
Por desconhecer, não descobrir potencialidades do conhecimento e por deixar de usá-las em casos específicos, tanto nossa nação e sociedade, quanto nossas empresas amargam perdas expressivas e prejuízos todos os anos. Com muita propriedade, a GC deve se dedicar à identificação e desenvolvimento de potencialidades escondidas.Muitos gerentes estimulam a atitude (ação) como se bastasse ao sucesso, mas se esquecem que a atitude é, sim, fundamental quando acompanhada de conhecimentos, habilidades, experiências, métodos e contexto, Goethe afirmava não existir nada mais triste do que a ignorância em ação.
O empowerment sem competência é trágico. A competência sem atitude é inútil. Mas ainda pior que a competência sem atitude são atitudes sem competência, devendo estas despertar a atenção da GC. O que está abandonado pode ser considerado desconhecido e vice-versa. Dessa forma, a caça de um e de outro sempre é relevante à GC. Se existem pessoas com potencial, ilhadas, alocadas em trabalhos paralisantes que não geram crescimento, escondidas em rotinas e etc, isto deve ser descoberto e tratado à luz da GC, pois onde se encontram, jamais poderão gerar e/ou aplicar o potencial dos conhecimentos reprimidos.A GC exige que treinemos nossos colaboradores a se comportarem pró-ativamente em favor da busca e obtenção do saber.
Precisamos ensinar os nossos funcionários a pedir ajuda, a explicar melhor sobre o que necessitam, a compartilhar problemas, a identificar e localizar peritos em conhecimentos específicos, a detalhar o tipo de ajuda que precisam, a solicitar sugestões, a compartilhar com os outros o que aprendeu (mesmo que seja a partir de erros), a se apresentar sempre a disposição para aprender e ensinar algo, a valorizar os que sabem e os que pedem ajuda e etc.
A GC exige que treinemos os colaboradores a se comportarem pró-ativamente em favor da busca e da obtenção do saber”. Além de cuidar e cultivar os ativos intangíveis de valor, a Gestão do Capital Intelectual, deve se certificar de que o pessoal esteja aplicando o saber em benefício da organização. Se não houver disposição, motivação, empatia, propósito e atitude da melhor qualidade para aplicação generalizada de conhecimentos, de nada valerá o saber.
Bibliografia:Figueiredo, Saulo – Gestão do Conhecimento –Estratégia Competitivas para a criação e Mobilização do Conhecimento – QualityMark Ed.2005
Categoria: Gestão do conhecimento
Escrito por Grupo4 MBA RC às 13h07
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GESTÃO ESTRATÍDA DO CONHECIMENTO EM PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS
Paulo José Bortolin - Grupo 4 GESTÃO ESTRATÍDA DO CONHECIMENTO EM PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS
Devido a uma nova era social, tecnologia e organizacional, onde o elemento humano ganha destaque capital, muitas empresas estão mudando a postura para realizar suas atividades e se encaixar neste novo cenário.Em decorrência disto, a comunicação e o tempo despontam como variáveis imprescindíveis para tomada de decisão, pois se observa que o estreitamento geográfico, a interação entre pessoas, organizações e países, gerada pelo gigantesco avanço das telecomunicações, estabelecem o centro de gravidade para a discussão da Gestão do Conhecimento.
Com o advento da Globalização tornou-se necessária a concepção de novos modelos de gestão, em oposição ao antagonismo causado por este fenômeno. Deste modo, uma economia forte é resultado do crescimento de suas empresas e este crescimento deve-se à organização de negócios voltados para a expansão e inovação de produtos e serviços, e, principalmente, ao modo de administrar os recursos que elas têm a disposição, devendo ser transformados em resultados através do conhecimento humano.
A partir da década de 1990 as empresas brasileiras passaram a adotar um comportamento mais profissional, diante das bruscas mudanças impostas pelo acirramento da concorrência internacional. A volatilidade do capital financeiro e a escassez de recursos materiais à disposição fez com que o empresariado brasileiro repensasse seus mecanismos de criação de bens e serviços. Portanto, é de fundamental importância para os pequenos empresários entenderem que somente será possível extrapolar as expectativas de seus clientes se forem capazes de somar os esforços internos e externos, extraindo, processando e convertendo eficiente e eficazmente informação em conhecimento. De modo amplo, Terra e Kruglianskas (2003) destacam ser importante que as Pequenas Empresas Brasileiras concentrem-se em:
- Criar um eixo estratégico desafiador e facilitador da inovação permanente.
- Estabelecer uma cultura inovadora e autodesenvolvedora que estimule a participação dos funcionários, encorajando-os a contribuir com cada processo;
- Construir uma estrutura organizacional que torne possível os relacionamentos e favoreça o fluxo de conhecimento, através de processos informais de troca de experiências, permitindo o trabalho em equipe;
- Adotar uma estratégia de recursos humanos coadunados como os objetivos organizacionais, onde prevaleça uma política equilibrada de admissões, carreiras e recompensas atrativas ao capital intelectual Conclui-se que existe um novo caminho a ser seguido, uma nova postura, uma nova dinâmica a ser adotada pelas pequenas empresas, que têm a responsabilidade de estabelecer novos critérios, novas políticas de qualidade, e operações.
Bibliografia CAVALCANTI, Marcos. ALMEIDA, Eliza-beth Gomes. PEREIRA NETO, André. F. Gestão de Empresas na Sociedade do Conhecimento: Um Roteiro para a ação. Rio de Janeiro: Campus, 2001. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. 4 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. COSTA, Eliezer Arantes. Gestão Estraté-gica. 2 ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2002. NONAKA, Ikujiro. TAKEUSHI, Hirotaka. Criação de Conhecimento na Empresa: Como as Empresas Japonesas Geram a Dinâmica da Inovação. Tradução de Ana Beatriz Rodrigues, Priscila Martins Celeste. Rio de Janeiro: Campus, 1997. SVEYBI, Karl E. A nova Riqueza das Organizações. Tradução de Luiz Euclides Trindade Frazão Filho. Rio de Janeiro: Campus, 1998. SEBRAE. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Boletim Estatístico de Micro e Pequenas Empresas, 2005. Disponível em: . Acesso em 06 Mar. de 2006. TOFFLER, Alvim. A Terceira Onda. 2 ed. São Paulo: Record,1999. TERRA, José C. Ciryneu. Gestão do Conhecimento: O Grande desafio Empre-sarial. Rio de Janeiro: Campus, 2000. Gestão do Conhecimento em Pequenas e Médias Empresas – Coordenação: José C. Ciryneu Terra, Isak Kruglianskas. Rio de Janeiro: Campus, 2003. WOOD Jr., Tomaz. Gestão Empresarial: O fator humano. São Paulo: Atlas, 2004
Escrito por Grupo4 MBA RC às 12h45
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O QUE HÁ DE MAIS HUMANO NA GESTÃO
Paulo José Bortolin - Grupo 4 O QUE HÁ DE MAIS HUMANO NA GESTÃO
A GC nos ensina a valorizar as perguntas. Hoje em dia as boas perguntas feitas no ambiente de negócios são tão importantes quanto as respostas conseguidas. Não importa o quanto não estamos preparados para responder, se temos as melhores perguntas e se temos perguntas que valem a pena responder. As boas perguntas nos fazem questionar as coisas como são e não nos mantém em conformidade com o “como” gostaríamos que as coisas fossem. As boas perguntas nos fazem pensar. Podem nos levar à realidade mais absoluta, nos trazer recados do futuro e antecipar as melhores reflexões e soluções.
Sócrates dizia que conhecer os limites da própria ignorância é sábio. Uma pergunta é a manifestação mais genuína deste reconhecimento, devendo ser valorizada nas empresas. O quanto sua empresa valoriza os talentos e a prática das melhores perguntas? Conhecer seus ativos intelectuais, alavancar outros novos, posicioná-los mercado-logicamente, alinhá-los estrategicamente e utilizá-los em sua plenitude, aproveitando a sua maior riqueza organizacional são todas tarefas imprescindíveis em nossos dias. É notório que mesmo empresas que possuam os melhores profissionais do mercado, necessitam aprender a mobilizar seus ativos intelectuais em torno de objetivos estratégicos de negócios, sob risco e pena de não sobreviverem. Muitas das pessoas estão em movimento e não trabalham necessariamente juntas. Fizemos muito pela colaboração em nossas empresas, mas em vários casos nos esquecemos que tão importante quanto prover meios de colaboração é permitir que as pessoas se encontrem e que consigam identificar outras dentro de perfis e conhe-cimentos desejados para conversar e resolver problemas do dia-a-dia.
Colocar um novato ao lado de outro profissional experiente para que aprenda com ele durante o trabalho é também muito relevante à gestão e à transferência de conhecimentos. Precisamos incentivar as pessoas e influenciar a criação de uma cultura onde a adoção desses métodos seja natural, espontânea e adequada às demandas. Tão importante quanto contratar as pessoas certas é refletir sobre as pessoas erradas que você contratou, é pensar sobre as pessoas certas que de maneira errada você não contratou. Processos seletivos consolidados e os modelos mentais dos profissionais envolvidos, precisam ser questionados e revistos à luz do conhecimento, tornando-se compatíveis e coerentes com a GC. As práticas mais importantes para prosperar nos negócios em nossos dias, consistem em atrair, reter os melhores talentos e saber orquestrá-los dentro de uma estratégia do conhecimento.
Considerando que o conhecimento genuíno só existe nas cabeças das pessoas, as empresas do conhecimento resultam das melhores configurações que as redes de talentos/conhecimentos podem assumir, incluindo pessoas nos lugares certos, fluxo de informações, atuação, propósito, foco, estratégias do conhecimento, produção e uso do saber. Não por acaso, concluo este artigo convicto de que a Gestão do Conhecimento é o que há de mais humano na gestão.
Bibliografia. Figueiredo, Saulo - Gestão do Conhecimento - Estratégia Competitivas para a Criação e Mobilização do Conhecimento na Empresa - QualityMark Ed. 2005
Escrito por Grupo4 MBA RC às 12h35
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O processo de implantação da Gestão do Conhecimento
O processo de implantação da Gestão do Conhecimento: Barreiras e facilidades Ricardo Feliciano da Silva - MBA Gestão de Projetos Autores: Carlos Valle Ramos - Universidade Bematech - Engenheiro Mecânico - UFRJ. Roger Lahorgue Castagno Júnior - Universidade Bematech - Engenheiro Civil - UCPel. Uma visão geral da Gestão do Conhecimento As transformações do cenário empresarial revelam a importância das organizações aprenderem como fazer a Gestão do Conhecimento, e com isso, adquirirem um grande diferencial. A Gestão de Conhecimento (GC) vai além de gestão de pessoas, pois, trata também de atividades e processos, visando ambientes proficientes com melhores resultados. A Gestão do Conhecimento é o grande desafio da área de recursos humanos, porém outras áreas têm papel fundamental, como: marketing e inteligência competitiva, tecnologia da informação e o cuidado com o fluxo de informações, as áreas de pesquisa e desenvolvimento. O desafio então é envolver e comprometer as pessoas, levando em conta sua diversidade cultural, oferecendo segurança e autoconfiança. Atrair e desenvolver pessoas talentosas, manter a competitividade da empresa em um ambiente com tecnologia da informação e conhecimento circulando em velocidade crescente. Os investimentos feitos em GC no mundo empresarial crescem de forma exponencial, conforme atestam relatórios divulgados anualmente pelas entidades voltadas a esta atividade.
Categoria: Gestão do conhecimento
Escrito por Grupo4 às 19h04
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GERENCIANDO VALOR: Gestão dos riscos integrados ao negócio
Thiago Alex Peccinin – MBA Gestão de Projetos
Autor: Ana Flávia Corujo Administradora Gerente de Parcerias Módulo Security Solutions acorujo@modulo.com.br
Num mundo corporativo cada vez mais competitivo, saber gerenciar os riscos inerentes ao negócio torna-se uma prática essencial, uma vez que seus impactos atingem diretamente sobre os resultados financeiros, sendo assim, ações de gerenciamento isoladas não se aplicam mais, pois elas não agem diretamente na causa do problema. Com base na visão de gestão integrada podemos dizer que a análise de riscos deve ser feita visando os impactos no negócio como um todo e não mais para cada caso isoladamente. Por isso, o conceito de governança corporativa vem sendo internalizado cada vez mais dentro das organizações, integrando de vez TI com seus processos e pessoas.
Essa gestão integrada mostra que as empresas estão aprendendo a gerenciar valor, e dessa forma demandando ferramentas tecnológicas como códigos de ética, políticas, processos automatizados, entre outras que resultam em melhores resultados financeiros.
Dessa forma se consolida essa nova era, em que pessoas, processos e infra-estrutura devem andar juntos.
Escrito por Thiago às 16h12
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INFORMAÇÃO, REPRESENTAÇÃO E COMUNICAÇÃO: Os pilares para a Web semântica
Thiago Alex Peccinin – MBA gestão de Projetos
Autor: Cláudio José Silva Ribeiro, Doutorando em Ciência da Informação – UFF/IBICT Gerente de Projeto da Dataprev. claudio.ribeiro@previdencia.gov.br
A WEB SEMÂNTICA
Bastante debatido em congressos e academias, o tema tem ganho cada vez mais importância devido ao exponencial crescimento das redes, permitindo que cada vez mais pessoas tenham acesso à informações de maneira ágil. À exemplo pode-se citar empresas que encontram na Web saídas para otimizar processos de gestão visando reduzir custos operacionais e governos que oferecem uma grande quantidade de serviços aos cidadãos.
Contudo se faz presente a discussão sobre a necessidade de melhor contextualizar o conjunto de informações disponíveis na Web, visando melhorar a precisão apresentada pelos mecanismos de busca. Dessa forma surgiu o conceito de Web Semântica, que pode ser entendido não como uma nova tecnologia, mas como uma extensão da Web atual que busca uma melhor interação entre computadores e pessoas. Grande parte das pesquisas sobre o tema tem por fim melhorar a precisão nos resultados de busca, para isso trabalha-se para desenvolver dispositivos de busca mais "inteligentes", que deixem em segundo plano os aspectos relevantes da pesquisa.
Sobretudo, esta analogia nos leva a uma nova reflexão: basta melhor os mecanismos de busca ou será necessário uma nova abordagem para representar, classificar e publicar as informações na Web? Como fazer isso, sendo a Web um "patrimônio público", onde qualquer pessoa pode publicar o que quiser e como quiser?
O QUE REPRESENTAR: O entendimento das "coisas do mundo"
Como desenvolver o tema Web Semântica sem compreender e observar os aspectos da representação, linguagem e comunicação? A resposta para esta questão pode estar apoiada em pressupostos postulados pela filosofia onde a busca pelo conhecimento remetia à entendimentos abstratos; ao contrario dos objetos que circundam o nosso cotidiano, que nos força a soluções cada vez mais concretas e particulares.
Através de estudos da metafísica é possível verificar o deslocamento do foco, que nos permite o melhor entendimento da estrutura do pensamento na direção da linguagem, ou seja possibilita a compreensão da estrutura do nosso pensamento tornando visível o propósito e a validade da informação. Na prática, este contexto tem o propósito de possibilitar um melhor arranjo da informação dentro de um sistema lógico, disponível e estruturado.
Escrito por Thiago às 16h11
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Resumo dos Artigos da Revista GC Brasil
CONHECIMENTO GERA TRANSFORMAÇÃO
Como o autor descreve, que a Gestão do Conhecimento começa a dar resultados quando seus gestores decidem implatá-las em suas organizações.
A comparação que é feita a Gestão do Conhecimento a vários exemplos que é dado nesse artigo deixa bem claro que não vale nada ter o conhecimento se não for colocada ao alcance de todos. Devemos deixar de lado o egocentrismo e compartilhar o conhecimento, já que essa é uma via de dupla do conhecimento.
O sucesso de toda organização, seje ela pública ou privada, esta propriamente dita na gestão do conhecimento, para isto todos os colaboradores deverão estar alinhados com os objetivos e metas a serem alcançados dentro da empresa.
Com o conhecimento ao alcance de todos fica mais facíl a geração de novas idéias , novos produtos e melhoria do sistema atual.
Artigo 05 Revista GC BRASIL nº3 - Ferereiro 2007
Autor: Por Paulo Clemen
A IMPORTÂNCIA DOS GERENTES NA CONDUÇÃO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO
O texto mostra-nos que com o passar do tempo e pelas mudanças do processo de produção, surgiu um novo modelo de profissional, o colaborador da Gestão do Conhecimento. Isto quer dizer que o colaborador deixou de ser apenas um colaborador de produção e sim passou a ser mais uma cabeça pensante com participação ativa no dia a dia da empresa dando opiniões. Para que tudo isto aconteca é necessário existir nos líderes um capacidade de conhecimento, com uma formação condizente com o cargo que ocupa.
Com a crescente evolução na produção teve como impecilio, o processo mecanicista de produçào, comparando o homem à uma máquina, incentivando o operador a aproduzir mais através de estimulos de produtividade que se dava através de ganhos. Quem produzia mais, ganhava mais. Com um estudo realizado por Taylor em 1985 , apresentou-se a sociedade um trabalho de administração científica, o qual ele propunha um método para eliminar a diminuiçào do valor pago por peça, deforma que o trabalhador passou a produzir o suficiente para ganhar um bom salário.
Em comparação com os tempos daquela época aos dias de hoje houve uma mudança no perfil do trabalhador o qual ele deixou de ser mecânico para se tornar pensante, com isto torna-se o funcion;ario competente o bastante para assumir responsabilidades.
Não basta dar o conhecimento ao ser humano e sim treiná-los e fazer florar as habilidades que se encontram escondidas dentro de cada um.
Autor: Frank Astor do nascimento
artigo 03, da Revista Sociedade do Conhecimento, nº01, agosto de 2006
Escrito por Jefferson às 11h07
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